terça-feira, 17 de janeiro de 2012
A todo o povo sem terra
João Paulo Gomes
A todo povo sem terra
Do qual tenho espiracao
Das lutas e resistência
Carrego no coração
Luta em defesa da terra
Viva o povo sem terra
Que prerseva nosso chão
Nossa bandeira asteada
Representa A iqualdade
O futuro do pais
e uma nova sociedade
e uma claci organizada
passo a passo na estrada
costruindo a liberdade
viva os agricultures
que alimenta o pais
bota a comida na messa
Elis come e pede bis
Fica forte iqual leao
Produzir sem agrotoxco
Foi o que os sem terra quis
Mais pra ter nossos direito
Teremos que oculpa
Enfrentando reprecao
da policia milita
que massacra nossa gente
são povos incociente
que não sabe trabalha
nossas chamas se acende
com mística e com vigor
nossos corações se uni
em cantigas de amor
nossa bandeira na frente
porifica o ambiente
que o latifúndio sujo
na terra temos direito
de plantar e de colher
de cuida bem direitinho
que nem cuida de um bebe
produzir novas cultura
vários tipo de verdura
pra nossa gente come
nos lutamo pra vencer
todo mal desta nação
e ver um povo feliz
com saúde e educação
sem mizeria e sofremento
garantido o alimento
pra todos desta nação
no nossos asentamento
nos tem bastante fartura
tem o milho e o feijão
fava mantega da pura
plantamos consociado
aproveitando o rossado
evitando a monocultura
devemos estudar mais
educação ambiental
em prou do nosso planeta
e um trabalho legal
se juntar com a juventude
tomado uma atitude
pra ter um ar natural
se todo mundo pensasse
afavor da natureza
não esistia queimada
só existia beleza
o mundo era mais feliz
foi que Chico sempre quis
o mundo rico em pureza
finalizo este poema
mais minha luta não encerra
dedico esta poesia
a todo o povo sem terra
que lutam por iqualdade
justiça e dignidade
viva o povo sem terra
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
O enfrentamento do MST contra o agronegócio

Autor João Paulo Gomes
21/5/11 as duas e meia da madrugada
MST
Eu sou a favor da vida
Sou contra a poluição
Sou a favor da liberdade
E amo a educação
Quero um país mais descente
Sem ter descriminação
Agronegócio (Agn)
Eu não quero nada disso
Quero mesmo é queimar
Poluir a natureza
e os animais matar
Só quero a destruição
Quero mesmo é devastar
MST
Pois eu penso diferente
Num Brasil bem transformado
Onde tudo é dividido
Sem ninguém com mais pesado
Todo mundo tem direito
De viver mais sossegado
Agn
Pois eu não tenho tempo
De pensar estas besteiras
Penso só em explorar
Matar e fazer zoeira
O meu destino é cruel
Sou fanático por caveira
MST
Eu não gosto de matar
Gosto de ser companheiro(a)
A vida é pra ser vivida
Não me troco por dinheiro
Se tem alguém pedindo ajuda
Sou quem chego primeiro
Agn
Eu também chego primeiro
Mas é pra envenenar
Vou matando quem ta vivo
Poluindo todo o ar
Quem passar na minha frente
Dou a ordem pra matar
MST
Eu não uso nada disso
Que tu acabou de falar
Eu só uso adubo orgânico
Pra não me prejudicar
Que não faz mal pra saúde
Vida em primeiro lugar
Agn
Sou eu quem polui o mundo
De bom não tenho um sinal
Tenho ódio da pobreza
Meu negócio é o capital
Sou o grande causador
Do aquecimento global
MST
Você é um assassino
Só quer o mal pra nação
Tu tens que ser enterrado
Com Sete palmos de chão
Quero ver tu sufocado
Com a força da união
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