(CEJA) Um passo para o futuro
AUTOR JOAO PAULO GOMES E FERNANDO MIQUEL
Foi no ano 2001
Que o projeto foi implantado
Na escola de jovens e adultos
Canindé foi privilegiado
Com ensinamento diferente
Atendimento personalizado
Com idéias inovadoras
CEJA veio pra diferenciar
Dando novas oportunidades
Pra quem não pode estudar
Vai dizendo pra sociedade
Que nunca é tarde pra recomeçar
Do primeiro ao 5º ano
E o ensino médio completo
Promovendo a inclusão
Há 10 anos que vem dando certo
Resgatando a cidadania
E o objetivo deste projeto
Temos turma de agricultores
Do campo e da cidade
Fortalecendo seu conhecimento
Pra romper com a desigualdade
Só o conhecimento liberta
Trás ao povo mais dignidade
Pra quem não teve oportunidade
De estudar no passado
Por conta das dificuldades
E por falta de apoio do estado
Com a conquista do CEJA
Os direitos foram assegurados
Aos alunos que participam
Do campo e da cidade
Que defende uma educação
Pra todos e de qualidade
Que mostre no ensinamento
O cotidiano da realidade
quarta-feira, 1 de junho de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
o sepulcro de osama bin laden
João Paulo Gomes
Foi no dia dois de maio
Que a noticia correu
Pelo presidente Oba ma
Que o Bin Laden morreu
O país mais desunido
Foi nos Estados Unidos
Que a festa aconteceu
Abalou o mundo inteiro
Quando a noticia espalhou
O exército de Oba ma
Nas pernas deu um tremo
E falando sem vanglória
Felizmente a história
Do terrorista acabou
A última ação radical
Que Bin Laden planejou
Foi com as torres gêmeas
Que o calendário marcou
Data jamais esquecida
Foi no 11 de setembro
Que a AL Qaeda trouxe a dor
Chegou o fim de Bin Laden
O Oba ma comentou
Esse cruel terrorista
Que no mundo se espalhou
Tirando milhares de vida
Felizmente a ferida
Do mundo cicatrizou
Mas eu diria que não
Fizeram foi inflamar
Com a morte e Bin Laden
O mundo vai balançar
Com os cabras de AL Qaeda
Ninguém pode confiar
Eles vão pipocar fogo nas usinas nuclear
Tomara que o Brasil
Não si meta em confusão
Deixe eles resolverem e briga de cachorrão
Pra não vir desaquetar
os cabras aqui do sertão
Porque se eles vinher
Vai ser grande a confusão
Eu não vou comentar muito
Deste caso assussedido
Vou deixar pra os governantes
Lá dos Estados Unidos
Que mexeram com um leão
Agora comam do pirão
Que por vocês foi mexido
Para os poetas eu falo
De uma fera tão sagaz
Que também foi cordelista
Por arte do satanás
Nos seus cordéis só falava
E as rimas só planejavam
Todos ataques mortais
finalizo este cordel
Aqui do o verídito
falo de Osama Bin Laden
este caboclo esquisito
que já matou muita gente
aqui finda sua patente
seu terrorista maldito
Foi no dia dois de maio
Que a noticia correu
Pelo presidente Oba ma
Que o Bin Laden morreu
O país mais desunido
Foi nos Estados Unidos
Que a festa aconteceu
Abalou o mundo inteiro
Quando a noticia espalhou
O exército de Oba ma
Nas pernas deu um tremo
E falando sem vanglória
Felizmente a história
Do terrorista acabou
A última ação radical
Que Bin Laden planejou
Foi com as torres gêmeas
Que o calendário marcou
Data jamais esquecida
Foi no 11 de setembro
Que a AL Qaeda trouxe a dor
Chegou o fim de Bin Laden
O Oba ma comentou
Esse cruel terrorista
Que no mundo se espalhou
Tirando milhares de vida
Felizmente a ferida
Do mundo cicatrizou
Mas eu diria que não
Fizeram foi inflamar
Com a morte e Bin Laden
O mundo vai balançar
Com os cabras de AL Qaeda
Ninguém pode confiar
Eles vão pipocar fogo nas usinas nuclear
Tomara que o Brasil
Não si meta em confusão
Deixe eles resolverem e briga de cachorrão
Pra não vir desaquetar
os cabras aqui do sertão
Porque se eles vinher
Vai ser grande a confusão
Eu não vou comentar muito
Deste caso assussedido
Vou deixar pra os governantes
Lá dos Estados Unidos
Que mexeram com um leão
Agora comam do pirão
Que por vocês foi mexido
Para os poetas eu falo
De uma fera tão sagaz
Que também foi cordelista
Por arte do satanás
Nos seus cordéis só falava
E as rimas só planejavam
Todos ataques mortais
finalizo este cordel
Aqui do o verídito
falo de Osama Bin Laden
este caboclo esquisito
que já matou muita gente
aqui finda sua patente
seu terrorista maldito
sábado, 30 de abril de 2011
campanha contra o uso de agro toxicos
partecipe desta campanha e emportante pra o nosso pais e pra nacão umana
Número joao paulo gomes
43
Abr/Mai
2011
Você sabia que todos os dias quando almoçamos e jantamos ingerimos uma quantidade enorme de venenos? Nossos alimentos estão contaminados porque as lavouras em todo o Brasil são pulverizadas com grande quantidade de agrotóxicos.
O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo desde 2009. Mais de um bilhão de litros de venenos foram jogados nas lavouras, de acordo com dados oficiais.
Os agrotóxicos contaminam a produção dos alimentos que comemos e a água (dos rios, lagos, chuvas e os lençóis freáticos) que bebemos!
Mas os venenos não estão só no nosso prato. Todo o ambiente, os animais e nós, seres humanos, estamos ameaçados!
Os agrotóxicos causam uma série de doenças muito sérias, que atacam os trabalhadores rurais, comunidades rurais e toda a população, que consome alimentos com substâncias tóxicas e adquire muitas doenças.
A culpa é do agronegócio!
Esse é o nome dado ao modelo de produção agrícola que domina o Brasil e o mundo. Esse jeito de produzir se sustenta nas grandes propriedades de terra (o latifúndio), uma grande quantidade de máquinas (que levam à expulsão das famílias do campo e à superpopulação das cidades), no pagamento de baixos salários (inclusive, trabalho escravo), muito lucro para as grandes empresas estrangeiras e na utilização de uma enorme quantidade de agrotóxicos.
A expansão desse modelo de produção agrícola é responsável pelo desmatamento,
envenena os alimentos e contamina a população.
Ao contrário do que dizem as grandes empresas, é possível uma produção em que todos comam alimentos saudáveis e diversificados. A saída é fortalecer a agricultura familiar e camponesa.
No lugar dos latifúndios, pequenas propriedades e Reforma Agrária. Desmatamento zero, acabando com devastação do ambiente. Em vez da expulsão campo, geração de trabalho e renda para a população do meio rural.
Novas tecnologias que contribuam com os trabalhadores e acabem com a utilização de agrotóxicos Proibição do uso dos venenos. Daí será possível um jeito diferente de produzir: a agroecologia.
Participe dessa campanha para acabar com os agrotóxicos!
Número joao paulo gomes
43
Abr/Mai
2011
Você sabia que todos os dias quando almoçamos e jantamos ingerimos uma quantidade enorme de venenos? Nossos alimentos estão contaminados porque as lavouras em todo o Brasil são pulverizadas com grande quantidade de agrotóxicos.
O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo desde 2009. Mais de um bilhão de litros de venenos foram jogados nas lavouras, de acordo com dados oficiais.
Os agrotóxicos contaminam a produção dos alimentos que comemos e a água (dos rios, lagos, chuvas e os lençóis freáticos) que bebemos!
Mas os venenos não estão só no nosso prato. Todo o ambiente, os animais e nós, seres humanos, estamos ameaçados!
Os agrotóxicos causam uma série de doenças muito sérias, que atacam os trabalhadores rurais, comunidades rurais e toda a população, que consome alimentos com substâncias tóxicas e adquire muitas doenças.
A culpa é do agronegócio!
Esse é o nome dado ao modelo de produção agrícola que domina o Brasil e o mundo. Esse jeito de produzir se sustenta nas grandes propriedades de terra (o latifúndio), uma grande quantidade de máquinas (que levam à expulsão das famílias do campo e à superpopulação das cidades), no pagamento de baixos salários (inclusive, trabalho escravo), muito lucro para as grandes empresas estrangeiras e na utilização de uma enorme quantidade de agrotóxicos.
A expansão desse modelo de produção agrícola é responsável pelo desmatamento,
envenena os alimentos e contamina a população.
Ao contrário do que dizem as grandes empresas, é possível uma produção em que todos comam alimentos saudáveis e diversificados. A saída é fortalecer a agricultura familiar e camponesa.
No lugar dos latifúndios, pequenas propriedades e Reforma Agrária. Desmatamento zero, acabando com devastação do ambiente. Em vez da expulsão campo, geração de trabalho e renda para a população do meio rural.
Novas tecnologias que contribuam com os trabalhadores e acabem com a utilização de agrotóxicos Proibição do uso dos venenos. Daí será possível um jeito diferente de produzir: a agroecologia.
Participe dessa campanha para acabar com os agrotóxicos!
quinta-feira, 28 de abril de 2011
vaqueiro despresado
Ton Oliveira
Fui um vaqueiro afamado
Mas estou velho e cansado
E a minha luta de gado
Vou entregar ao patrão
Sem fugir do evangelho
Na tristeza me parece
Que um vaqueiro velho
Não tem mas disposição
Patrão eu lhe entrego a tenda
Mas o senhor compreenda
Que eu só lhe entrego a fazenda
Devido não poder mas
Seu gado esta no açude
Muito gordo e com saúde
Esforcei-me o quanto pude
Zelando seus animais
Não presto mas para o mato
Trabalhei muito barato
Meu patrão não seja engrto
Queira lhe fazer um pedido
Não me mande pra cidade
Me deixe aqui por bondade
Na sua propriedade
Pelo senhor protegido
Disse o patrão nessa hora
Pos sendo assim vá embora
Pode procurar lá fora
Quem queira lhe sustentar
Por que sou um fazendeiro
Mas não vou gastar dinheiro
Pra sustentar um vaqueiro
Que não quer mas trabalhar
Diz que tá velho e cansado
Não que mas ser empregado
Por mim tá desenganado
Desde já fique sabendo
Acha que já trabalhou tanto
Pos vá procurar outro canto
Que aqui nada eu me garanto
Por que não tô lhe devendo
Caro patrão eu lhe digo
Pode esperar um castigo
O que o senhor fez comigo
Entrego a Nossa Senhora
Sou um vaqueiro educado
Será feito o seu mandado
Vou me despedir do gado
Que amanhã vou embora
Adeus vaca Manga Rosa
Estelina e vaidosa
Adeus a vaca Amorosa
E a vaca Maracanã
Adeus a vaca Roseira
Espertinha e Neblineira
Adeus a vaca Palmeira
Que vou embora amanhã
Adeus a vaca Jureminha
Vela Branca e Andurinha
Adeus a vaca Rainha
Maça e Rosa de Prado
Mimosa e Americana
A Morena e a Cigana
Adeus a vaca Baiana
Que e a melhor do gado
Adeus vaca Fantasia
Lua branca e melancia
Pinta Silva e Simpatia
Mancha de Ouro e Boneca
A Careta e a Pintada
Ponta de lança e Espada
Troco verde e Alvorada
Passarieira e Marreca
Dei um aboio na porteira
Quando avistei na carreira
Uma junta de primeira
Que tava lá na avenida
Dali sai aboiando
O gado ficou berrando
E a filha dele chorando
Na hora da despedida
Eu nunca engeitei parada
Tive a munheca pesada
Dei queda em vaca de raça
Que ela saia manca
Pegava em cauda de touro
Puxava por desaforo
Ganhei medalha de ouro
No meu cavalo Asa Branca
Essa e a pura verdade
Quem gosou a mocidade
O que mata e a saudade
Mas quem conheceu meu nome
Agricultor fazendeiro
Deputado ou engenheiro
Protegem o pobre vaqueiro
Não deixem morrer de fome
Fui um vaqueiro afamado
Mas estou velho e cansado
E a minha luta de gado
Vou entregar ao patrão
Sem fugir do evangelho
Na tristeza me parece
Que um vaqueiro velho
Não tem mas disposição
Patrão eu lhe entrego a tenda
Mas o senhor compreenda
Que eu só lhe entrego a fazenda
Devido não poder mas
Seu gado esta no açude
Muito gordo e com saúde
Esforcei-me o quanto pude
Zelando seus animais
Não presto mas para o mato
Trabalhei muito barato
Meu patrão não seja engrto
Queira lhe fazer um pedido
Não me mande pra cidade
Me deixe aqui por bondade
Na sua propriedade
Pelo senhor protegido
Disse o patrão nessa hora
Pos sendo assim vá embora
Pode procurar lá fora
Quem queira lhe sustentar
Por que sou um fazendeiro
Mas não vou gastar dinheiro
Pra sustentar um vaqueiro
Que não quer mas trabalhar
Diz que tá velho e cansado
Não que mas ser empregado
Por mim tá desenganado
Desde já fique sabendo
Acha que já trabalhou tanto
Pos vá procurar outro canto
Que aqui nada eu me garanto
Por que não tô lhe devendo
Caro patrão eu lhe digo
Pode esperar um castigo
O que o senhor fez comigo
Entrego a Nossa Senhora
Sou um vaqueiro educado
Será feito o seu mandado
Vou me despedir do gado
Que amanhã vou embora
Adeus vaca Manga Rosa
Estelina e vaidosa
Adeus a vaca Amorosa
E a vaca Maracanã
Adeus a vaca Roseira
Espertinha e Neblineira
Adeus a vaca Palmeira
Que vou embora amanhã
Adeus a vaca Jureminha
Vela Branca e Andurinha
Adeus a vaca Rainha
Maça e Rosa de Prado
Mimosa e Americana
A Morena e a Cigana
Adeus a vaca Baiana
Que e a melhor do gado
Adeus vaca Fantasia
Lua branca e melancia
Pinta Silva e Simpatia
Mancha de Ouro e Boneca
A Careta e a Pintada
Ponta de lança e Espada
Troco verde e Alvorada
Passarieira e Marreca
Dei um aboio na porteira
Quando avistei na carreira
Uma junta de primeira
Que tava lá na avenida
Dali sai aboiando
O gado ficou berrando
E a filha dele chorando
Na hora da despedida
Eu nunca engeitei parada
Tive a munheca pesada
Dei queda em vaca de raça
Que ela saia manca
Pegava em cauda de touro
Puxava por desaforo
Ganhei medalha de ouro
No meu cavalo Asa Branca
Essa e a pura verdade
Quem gosou a mocidade
O que mata e a saudade
Mas quem conheceu meu nome
Agricultor fazendeiro
Deputado ou engenheiro
Protegem o pobre vaqueiro
Não deixem morrer de fome
a lenda da mandioca
Nordestino brasileiro
Que exerce agricultura
Tem a mente caleijada
Calcada a uma vida dura
Na bonança ou no tormento
Seu principal alimento
É farinha e rapadura.
Quando é tempo de fartura
Roceiro tem caixa alta
A vida vira uma festa
A Natureza se exalta
É colheita empaiolada,
Mesa diversificada
Mas a farinha não falta.
A farinha está na pauta
Do que eu pretendo contar
Produto da mandioca
A lenda que eu fui buscar
No seio da natureza
Estando ela com certeza
Entre as mais belas que há.
Aqui o leitor verá
Meu maior objetivo
Mostrar que o índio deixou-nos
Legado bem expressivo
Hoje marginalizado
Seu habitar dizimado
Mas nunca virou passivo.
Num impulso decisivo
Minha mente se refez
No espírito da poesia
Para falar desta vez
No que a memória enfoca;
E a LENDA DA MANDIOCA
Eu deixo aqui pra voces.
Numa tribo, certa vez,
Houve cena inusitada:
Uma jovem ficou grávida
Sem ainda ser casada.
Sendo filha do cacique
Para que ao pai se explique
De pronto é interpelada.
«Meu pai, eu não sei de nada,
- Insistiu a indiazinha -
Com ninguém tive contato
Pois ainda sou novinha!»
Pra o pai tornou-se maldita
Pois nela não acredita.
Que sina, a da pobrezinha!
A maldição se avizinha
Naquela nação pagã
O pajé, impressionado,
Invocou o Deus Tupã
Pra que houvesse solução
E um pouco de compreensão
Em respeito à cunhatã.
Numa chuvosa manhã
Tem o chefe uma visão
Que lhe transmite um conselho
E pede compreensão
Não destruir a família
E amparar sua filha
Com aquela gestação.
O chefe com emoção
Resolveu acreditar
Na inocência da filha
E aquele tabu quebrar,
Transcorrida a gestação
Todos viram com emoção
Uma criancinha chegar.
Uma beleza sem par
Trouxera um novo porvir
Uma menina, branquinha,
De cor incomum ali
Praquele bebê nascido
Um nome foi escolhido
Batizaram de Mani.
Mas o maior ti-ti-ti
Pela tribo se espalhava
Não só pela pele branca
Que a menina apresentava:
Não bastasse, já sabia
Caminhar quando nascia
Ademais, também falava.
Sua pureza brilhava
Envolvendo aquela gente
Mas mesmo com tenra idade
Aquela pobre inocente
Sem doença, sem razão,
Prostou-se naquele chão
E dormiu eternamente.
Seus guardiões simplesmente
Ainda a julgavam dormindo
E por isso não puderam
Ver seu espírito saindo
Foi enorme o desengano
Quando notaram o engano
Em que estavam caindo.
O cacique pressentindo
Não pôde fazer mais nada
Reconheceu o desfecho
De sua netinha amada
Chorando resignou-se
E ordenou que ela fosse
Na própria oca enterrada.
A tribo desconsolada
Na aldeia grande abalo
O cacique macambuzo
Nada podia animá-lo
No sepulcro a mãe amada
Plantou flores perfumadas
Todo dia ia regá-lo.
Em um pequeno intervalo
De tempo ali decorrido
No dito lugar brotou
Um mato desconhecido
Aquela terra escavaram
Contudo não encontraram
O corpo do ser querido.
«Nosso povo foi vencido!
- Gritavam todos fiéis -
Um povo comum seremos,
- Sentenciaram os pajés -
A terra já nos consome
Nos resta a peste e a fome
E da sorte um duro revés!
Igual aos igarapés
Onde existe água à vontade
Haverá em nossos olhos
Pranto e infelicidade
Nada nos protegerá
Jurupari nos trará
Miséria e necessidade!»
A Tupã, Deus de bondade,
Todos pediam perdão
Junto à cova da menina
Faziam lamentação
Se dizendo abandonados
E esse ritual sagrado
Dos pajés não foi em vão.
No ribombar de um trovão
Ouviram Tupã falar:
- Não se aflijam, meus filhos,
Não vou os abandonar
Refaçam o túmulo escavado
E por cem dias contados
Com lágrimas devem regar.
Toda tribo a se espantar
Com a sentença que ouviram
E no final de cem dias
Assustados eles viram
Tubérculos de cor marrom
Miolo de branco tom
Naquele solo surgiram.
As raízes extrairam
Botaram pra cozinhar
Tinha um gosto vigoroso
Um dom de revigorar
Bradaram: «Isso é presente
Pois mata a fome da gente
Precisamos celebrar!»
E começaram a criar
Diversas variações
A casca virou bebida
Que causa alucinações
Torrada virou farinha
Recebendo na cozinha
Mais diversificações.
Caule cortado em frações
Se usa para plantar
Tem o nome de «Maniva»
As partes de semear
A cauda é «Manipuera»
Sendo outra boa maneira
Da indiazinha lembrar.
«Mani» pra homenagear
«Puera» é a parte ruim
Coada no tipiti
De onde sai o cauim
É comida brasileira
Com nome de Macaxeira,
Mandioca ou Aipim.
Na culinária é sem fim
A maneira que é usada
Tucupi é outra forma
Que a raiz é depurada
No Estado do Pará
Pra fazer o tacacá
Comida africanizada.
A folha jovem é usada
Pra fazer um refogado
Com outras ervas nativas
e se chama «esparregado»
A cachaça é a «tiquira»
Que outros chamam «imbira»
Variando por Estado.
Enfim, é grande o legado
Que a indiazinha deixou
Como a mãe de Jesus Cristo,
Um espírito gerou
Essa linda cunhatã
Concebida por Tupã
E sua mãe não pecou.
Esta lenda se criou
No Estado do Pará
Onde hoje é Santarém,
A Mani nasceu por lá
Mas é lenda brasileira
Engrandecendo a bandeira
Da cultura popular.
Lembrando, só por falar,
A famosa tapioca
Com a menininha lembrada
Essa memória se enfoca
Raiz que em oca nasceu
Dessa forma recebeu
A alcunha de «Manioca».
Coisas do Brasil, Vol. XVI
Zé Lacerda
Que exerce agricultura
Tem a mente caleijada
Calcada a uma vida dura
Na bonança ou no tormento
Seu principal alimento
É farinha e rapadura.
Quando é tempo de fartura
Roceiro tem caixa alta
A vida vira uma festa
A Natureza se exalta
É colheita empaiolada,
Mesa diversificada
Mas a farinha não falta.
A farinha está na pauta
Do que eu pretendo contar
Produto da mandioca
A lenda que eu fui buscar
No seio da natureza
Estando ela com certeza
Entre as mais belas que há.
Aqui o leitor verá
Meu maior objetivo
Mostrar que o índio deixou-nos
Legado bem expressivo
Hoje marginalizado
Seu habitar dizimado
Mas nunca virou passivo.
Num impulso decisivo
Minha mente se refez
No espírito da poesia
Para falar desta vez
No que a memória enfoca;
E a LENDA DA MANDIOCA
Eu deixo aqui pra voces.
Numa tribo, certa vez,
Houve cena inusitada:
Uma jovem ficou grávida
Sem ainda ser casada.
Sendo filha do cacique
Para que ao pai se explique
De pronto é interpelada.
«Meu pai, eu não sei de nada,
- Insistiu a indiazinha -
Com ninguém tive contato
Pois ainda sou novinha!»
Pra o pai tornou-se maldita
Pois nela não acredita.
Que sina, a da pobrezinha!
A maldição se avizinha
Naquela nação pagã
O pajé, impressionado,
Invocou o Deus Tupã
Pra que houvesse solução
E um pouco de compreensão
Em respeito à cunhatã.
Numa chuvosa manhã
Tem o chefe uma visão
Que lhe transmite um conselho
E pede compreensão
Não destruir a família
E amparar sua filha
Com aquela gestação.
O chefe com emoção
Resolveu acreditar
Na inocência da filha
E aquele tabu quebrar,
Transcorrida a gestação
Todos viram com emoção
Uma criancinha chegar.
Uma beleza sem par
Trouxera um novo porvir
Uma menina, branquinha,
De cor incomum ali
Praquele bebê nascido
Um nome foi escolhido
Batizaram de Mani.
Mas o maior ti-ti-ti
Pela tribo se espalhava
Não só pela pele branca
Que a menina apresentava:
Não bastasse, já sabia
Caminhar quando nascia
Ademais, também falava.
Sua pureza brilhava
Envolvendo aquela gente
Mas mesmo com tenra idade
Aquela pobre inocente
Sem doença, sem razão,
Prostou-se naquele chão
E dormiu eternamente.
Seus guardiões simplesmente
Ainda a julgavam dormindo
E por isso não puderam
Ver seu espírito saindo
Foi enorme o desengano
Quando notaram o engano
Em que estavam caindo.
O cacique pressentindo
Não pôde fazer mais nada
Reconheceu o desfecho
De sua netinha amada
Chorando resignou-se
E ordenou que ela fosse
Na própria oca enterrada.
A tribo desconsolada
Na aldeia grande abalo
O cacique macambuzo
Nada podia animá-lo
No sepulcro a mãe amada
Plantou flores perfumadas
Todo dia ia regá-lo.
Em um pequeno intervalo
De tempo ali decorrido
No dito lugar brotou
Um mato desconhecido
Aquela terra escavaram
Contudo não encontraram
O corpo do ser querido.
«Nosso povo foi vencido!
- Gritavam todos fiéis -
Um povo comum seremos,
- Sentenciaram os pajés -
A terra já nos consome
Nos resta a peste e a fome
E da sorte um duro revés!
Igual aos igarapés
Onde existe água à vontade
Haverá em nossos olhos
Pranto e infelicidade
Nada nos protegerá
Jurupari nos trará
Miséria e necessidade!»
A Tupã, Deus de bondade,
Todos pediam perdão
Junto à cova da menina
Faziam lamentação
Se dizendo abandonados
E esse ritual sagrado
Dos pajés não foi em vão.
No ribombar de um trovão
Ouviram Tupã falar:
- Não se aflijam, meus filhos,
Não vou os abandonar
Refaçam o túmulo escavado
E por cem dias contados
Com lágrimas devem regar.
Toda tribo a se espantar
Com a sentença que ouviram
E no final de cem dias
Assustados eles viram
Tubérculos de cor marrom
Miolo de branco tom
Naquele solo surgiram.
As raízes extrairam
Botaram pra cozinhar
Tinha um gosto vigoroso
Um dom de revigorar
Bradaram: «Isso é presente
Pois mata a fome da gente
Precisamos celebrar!»
E começaram a criar
Diversas variações
A casca virou bebida
Que causa alucinações
Torrada virou farinha
Recebendo na cozinha
Mais diversificações.
Caule cortado em frações
Se usa para plantar
Tem o nome de «Maniva»
As partes de semear
A cauda é «Manipuera»
Sendo outra boa maneira
Da indiazinha lembrar.
«Mani» pra homenagear
«Puera» é a parte ruim
Coada no tipiti
De onde sai o cauim
É comida brasileira
Com nome de Macaxeira,
Mandioca ou Aipim.
Na culinária é sem fim
A maneira que é usada
Tucupi é outra forma
Que a raiz é depurada
No Estado do Pará
Pra fazer o tacacá
Comida africanizada.
A folha jovem é usada
Pra fazer um refogado
Com outras ervas nativas
e se chama «esparregado»
A cachaça é a «tiquira»
Que outros chamam «imbira»
Variando por Estado.
Enfim, é grande o legado
Que a indiazinha deixou
Como a mãe de Jesus Cristo,
Um espírito gerou
Essa linda cunhatã
Concebida por Tupã
E sua mãe não pecou.
Esta lenda se criou
No Estado do Pará
Onde hoje é Santarém,
A Mani nasceu por lá
Mas é lenda brasileira
Engrandecendo a bandeira
Da cultura popular.
Lembrando, só por falar,
A famosa tapioca
Com a menininha lembrada
Essa memória se enfoca
Raiz que em oca nasceu
Dessa forma recebeu
A alcunha de «Manioca».
Coisas do Brasil, Vol. XVI
Zé Lacerda
Prosas do Seu Lunga
Durante a madrugada, a mulher do seu Lunga passa mal:
- Lunga! Ta me dando uma coisa...
Lunga responde: -Receba!
- Mas é uma coisa ruim!
ai Lunga: -Então devolva!!
Uma hora depois a mulher sente que vai morrer...
- Lunga! Eu to me indo!
Lunga emenda: -Quando sair fecha a porta!
Seu Lunga chega na lanchonete.
- Quanto custa um café?
- Um real o copo, seu Lunga.
- E o açúcar?
- O açúcar é de graça...
- Então suspende o café e me dá dois quilos de açúcar!
O amigo de seu Lunga o cumprimenta:
- Olá, seu Lunga, ta sumido! Por onde tem andado?
- Pelo chão, não aprendi a voar ainda...
Seu Lunga dava uma bela surra no filho e o menino gritava:
Ta bom, pai! Ta bom, pai! Ta bom, pai!
- Ta bom? Quando tiver ruim você me avisa, que eu paro.
Um amigo passa; vê seu Lunga perto do cavalo e prendendo as esporas na bota:
Vai cavalgar, seu Lunga?
- Não, fi de quenga! Vou matar rato... Eu prendo o rato no c.. e dobro a perna pra trás, dando-lhe uma esporada...
.................................
Um sujeito até a loja do Seu Lunga e pediu uma porca de determinado tamanho, seu Lunga respondeu:
- Procure naquela caixa.
E o sujeito começou a procurar e no meio de tantas peças nada de ele conseguir achar a porca que ele queria, então exausto falou para Seu Lunga:
- Seu Lunga, não consegui achar a porca...
Indignado, Seu Lunga foi até a caixa, procurou a tal porca e a achou, então virou-se para o rapaz e respondeu:
- Eu não te disse que a porca tava aqui fi duma égua!!! - e jogando a porca novamente na caixa e misturando com as outras peças diz - agora procura de novo direito que você acha!!!
- Lunga! Ta me dando uma coisa...
Lunga responde: -Receba!
- Mas é uma coisa ruim!
ai Lunga: -Então devolva!!
Uma hora depois a mulher sente que vai morrer...
- Lunga! Eu to me indo!
Lunga emenda: -Quando sair fecha a porta!
Seu Lunga chega na lanchonete.
- Quanto custa um café?
- Um real o copo, seu Lunga.
- E o açúcar?
- O açúcar é de graça...
- Então suspende o café e me dá dois quilos de açúcar!
O amigo de seu Lunga o cumprimenta:
- Olá, seu Lunga, ta sumido! Por onde tem andado?
- Pelo chão, não aprendi a voar ainda...
Seu Lunga dava uma bela surra no filho e o menino gritava:
Ta bom, pai! Ta bom, pai! Ta bom, pai!
- Ta bom? Quando tiver ruim você me avisa, que eu paro.
Um amigo passa; vê seu Lunga perto do cavalo e prendendo as esporas na bota:
Vai cavalgar, seu Lunga?
- Não, fi de quenga! Vou matar rato... Eu prendo o rato no c.. e dobro a perna pra trás, dando-lhe uma esporada...
.................................
Um sujeito até a loja do Seu Lunga e pediu uma porca de determinado tamanho, seu Lunga respondeu:
- Procure naquela caixa.
E o sujeito começou a procurar e no meio de tantas peças nada de ele conseguir achar a porca que ele queria, então exausto falou para Seu Lunga:
- Seu Lunga, não consegui achar a porca...
Indignado, Seu Lunga foi até a caixa, procurou a tal porca e a achou, então virou-se para o rapaz e respondeu:
- Eu não te disse que a porca tava aqui fi duma égua!!! - e jogando a porca novamente na caixa e misturando com as outras peças diz - agora procura de novo direito que você acha!!!
quarta-feira, 27 de abril de 2011
leia com amor
O que fazer?
O ar negro,
a água suja,
árvores derrubadas!
peixes mortos,
pássaros desabrigados!
e o Homem ?
Prisão em domicílio.
A sombra sobre a cidade.
O ar sendo degradado!
Vida artificial!
Preferem o computador!
Cadê o Homem que pode sentir dor?
Sentado em casa
Vendo televisão.
Enquanto o mundo acaba em um lixão...
Mundo de pouca vida
que vai embora pelo ralo da pia!
Falta de ar: sinto!
Cadê o ar puro e limpo?
O céu azul sobre mim já não posso ver
No lugar, fumaça negra,que em nada me deixa crer!
Na completa escuridão
a humanidade caminha para seu fim
Sem solução!
De: Maria Isadora Fernandes Braga
Petrolina- GO (isadora.eae@hotmail.com)
________________________________________
Concurso da Escola Estadual Professor Helon Gomide
Trindade - GO
Escola Estadual Professor Helon Gomide
III Concurso de Poesia (Projeto Cidadania Ambiental – PCA)
Poesias vencedoras
Brasil
Chegou Pedro Álvares Cabral,
Vindo de Portugal,
Na sua embarcação,
Pra explorar nossa nação.
Chegou com seus homens,
Pro Brasil inventou muitos nomes,
Aqui foram bem recebidos,
Pelos índios nossos nativos.
Explorou nossas riquezas,
E também a natureza,
Exportando tudo que havia,
Do ouro a tudo que existia.
Deixou-nos muita pobreza,
Levando nossa riqueza,
Deixando aqui graves doenças,
E entre nós grandes desavenças.
Mas hoje o Brasil se superou,
Com as novas leis tudo mudou,
Ainda existe desmatamento,
Brigas, ódio e sofrimento.
Mas lutamos pra que um dia tudo mude de verdade,
Pra trazer novamente aos brasileiros a felicidade,
Um Brasil que hoje sai do fundo,
Lutando pra chegar ao primeiro mundo.
Carla Leite 8º ano “B”
Uma Floresta Encantada
Saí pra ver o luar,
Pensando no que iria encontrar,
Encontrei as mais lindas estrelas.
Procurei então uma floresta,
Só fui perceber no fim,
Que a floresta estava dentro de mim.
Olhando para todos os lados,
Percebi que estava tudo no fim,
O homem fazendo queimada,
Matando a floresta encantada.
Depois eu compus uma canção,
Que falava de paz e união,
Em cada palavra que escrevia,
Não sei se conseguia e se devia,
Dizer-te que dentro de mim
Havia uma floresta sem fim.
Nas asas do vento voei,
Nas águas do mar naveguei,
E quanto mais eu navegava,
Mais longe eu avistava,
Uma floresta encantada,
Sem queimadas e sem tristeza,
Era uma floresta de muita beleza.
Divina Maria Ferreira 7º ano “A”
Preservação Escolar
Nós devemos preservar a escola,
Pra não precisar de reforma,
E nem mesmo da verba escolar.
Porque preservando o que é nosso,
Pagando nossos impostos,
Melhorias não vão faltar.
No meu bairro tem escola,
E as crianças vão estudar,
É lá que elas aprendem,
O patrimônio público preservar.
A escola é nossa amiga,
E dela vamos cuidar,
Porque aqui nasce o futuro,
Dos alunos que nela vem estudar.
Alexandre Pereira Neves 7º ano “A”
Tudo Tem a Ver
Tudo tem a ver...
Samba com carnaval,
futebol com televisão,
flores com a primavera e
calor com o verão.
Mas nada tem a ver
matança e poluição,
queimada e desmatamento,
dor e sofrimento,
sangue e destruição.
Em todo lugar existe natureza,
mas nem todos os lugares,
está com sua beleza,
está destruída,
feia e sem vida.
Nós fazemos parte,
do meio ambiente,
se a destruirmos,
também seremos destruídos.
Se quisermos sobreviver,
o meio ambiente,
teremos que proteger.
Não desmatar,
e não poluir,
um pouco dessa dor,
teremos que sentir.
Danielly de Morais 6º ano “B”
Minha Cidade
Minha cidade tem
Espaço até demais,
Mas o que adianta espaço demais,
Se a gente não sabe o que faz.
E a natureza que antes
Era só riqueza,
Mas hoje coitada, é só pobreza
E não tem mais aquela beleza,
Mas que tristeza!
Se a gente preservar,
A cidade vai melhorar,
A natureza vai voltar
E a gente não vai mais ver tristeza,
Isso eu tenho certeza.
Mas se todos pensassem assim,
O mundo não iria ter fim,
Mas ninguém é igual a ninguém,
Temos que respeitar,
Com as diferenças que cada um tem.
Vamos ajudar,
Para a cidade preservar,
E o mundo então melhorar.
Ana Karollyny Evangelista 6º ano “B”
Poemas recebidos em 03.05.2009
________________________________________
Um Poema para Bere
Por Maria Nazaréth dos Anjos Silva
É uma grande alegria
Abrir um "e-mail" seu.
Quem educa para o ambiente,
Mora no coração meu.
Para mim é uma honra
Pode comunicar contigo.
Educador ambiental,
É também o meu amigo.
O Planeta Terra precisa
De quem cuida dele com ardor.
O Apoema faz bem isso,
Aí todos trabalham com amor.
O professorado precisa
De ajuda, de orientação.
Berenice Adams cuida disso
Com competência e perfeição!
Nossas crianças precisam
Ser educadas para a sustentabilidade.
O Apoema entende isso,
Educa para todas as idades.
Berenice é o anjo
Que a natureza nos oferece.
Com sua equipe dinâmica,
Toda a ignorância fenece.
Que as estrelinhas brilhem em ti, Bere
Que o Sol aqueça seu coração.
Que as águas dos Rios levem pra longe,
Todos os fluidos que não são bons!
Que o Criador de tudo
Ilumine o seu caminho
É o que de coração puro,
Te desejo com carinho.
Um beijo,
Com admiração e respeito,
Nazareth (Naza) - e-mail: nazaanjinha@yahoo.com.br
Enviado em fevereiro de 2009
________________________________________
Tendo em vista tantos problemas relacionados à falta de respeito com a natureza nós da EMEF “Moacyr Martins dos Santos” ensinamos desde cedo que respeitar a natureza é respeitar a vida.
S.O.S animais
Os animais precisam da nossa ajuda
eles precisam de mais paz
Todos nós conseguimos ajudar
basta apenas tentar...
Eles estão pedindo socorro,
precisam de mais apoio!
Querem seu habitat seguro
E também o ar mais puro.
Os passarinhos em seus ninhos,
Borboletinhas tão bonitinhas...
As araras nos pantanais.
Vamos acordar!!!
Antes que seja tarde demais...
Lara Rosa Balbino - 2ª série D
E.M.E.F. “Moacyr Martins dos Santos”
Professora: Flávia Lourenço Scatolino: flaviaroberto@uol.com.br
________________________________________
DEVASTAÇÃO
Sueli do Espírito Santo
Na mata, no ar, em toda a terra
o meio-ambiente está deplorável
perdendo sua beleza admirável
mais algum tempo e se encerra
Até o grande mar, brada e berra
chamando-nos a essa realidade
e a Natureza nos pede piedade
antes que aconteça uma guerra
que tudo tudo poderá devastar
a humanidade terá que enfrentar
http://www.sue2001.recantodasletras.com.br
________________________________________
AJUDE A GENTE!
A natureza perfeita Jesus criou,
Fez animais, plantas, céu e mar.
Um ambiente tranqüilo Ele formou
Dava até pra ouvir passarinhos a cantar.
O mundo era lindo e cheio de riquezas,
Pedras preciosas, matas verdes cheias de belezas ,
Lindas praias e cachoeiras belas.
Pra nós Ele fez todas elas.
Mas quando o homem chegou,
Tudo mudou!
O homem começou cidades construir,
E para isso precisou a natureza destruir.
Incontrolavelmente ele começou a agir,
Fez queimadas, poluiu e desmatou,
Foi assim que a beleza acabou,
E os animais começaram a sumir.
Mas o que a gente pode fazer
Para a natureza sobreviver?
Podemos não fumar,
Para não poluir o ar.
Podemos plantar árvores por todos os lugares,
Podemos também não jogar lixo nos mares;
Podemos não jogar lixo na rua,
Preserve a natureza, pois ela também é sua!
Todos nós pedimos, por favor,
Cuide do nosso mundo com amor.
Não faça queimada,
Não desperdice água,
Não destrua a natureza
Isso é bom, tenha certeza!
Não polua o meio ambiente,
E viva a vida mais contente!
Ajude a gente!
Produzido em conjunto pela turma do 5°ano, com ajuda da professora Lídia.
Colégio Adventista - IABC / Anápolis - GO
________________________________________
Concurso da Escola Estadual Professor Helon Gomide
Trindade, 09 de dezembro de 2006.
Escola Estadual Professor Helon Gomide
Concurso de Redação e Poesia (Projeto Cidadania Ambiental – PCA)
Poesias vencedoras
1º lugar
A natureza
Todas as noites dormem o povo,
E de manhã canta o corvo.
Os passarinhos e peixes fazem festa,
Na prefeitura e nas escolas fazem palestras.
A natureza é bela,
Que pena que ninguém da trela.
Terra linda de grandeza,
Obrigada ó minha natureza.
Nos verdes campos,
Vem o sabiá.
E a gente houve aqueles cantos,
Daqui e de lá.
No rio Araguaia,
Tem belas praias.
E também árvores,
Onde encontro felicidades.
No Cerrado goiano,
Tem o céu anil.
Passa de ano em ano,
No coração do Brasil.
Não sei quando isso terá fim,
Por que já não sei,
O que existirá depois de mim.
Walisson 5ª “A”
2º lugar
Cuidar do meio ambiente
Não pode depredar,
Porque pode acabar
E muito menos sujar
E nem pinchar
Por favor, pare de sujar...
E também pare de destruir
Porque você vai poluir
Você vai derrubar
E depois arrancar
E você esta sabendo que você vai matar
Ainda assim mesmo você vai estraçalhar
Carlos Henrique 5ª “B”
3º lugar
Oração da natureza
Senhor Jesus, abençoe a nós todos os humanos,
Para que não cortemos árvores nem matemos os animais,
Para podermos enfim viver em paz.
Senhor Jesus, nos abençoe,
Para que o homem ajude mais a natureza,
Para que ela possa respirar e viver mais,
E sem desmatar para que possamos viver em paz.
Fernando Valadão (inclusão) 5ª “B”
1º lugar
Minha Terra....
Minha Terra tem palmeiras onde canta o sabiá
Minha Terra tem floresta que é preciso preservar
Minha Terra tem rios que não se pode contar
Minha Terra tem pássaros que estão sempre a cantar.
Minha Terra tem um brilho que não se pode apagar
Mas também temos a escola que devemos conservar
Se eu fosse um passarinho iria anunciar
Preservai a natureza que é o nosso lar.
Os rios e As florestas devemos conservar
E das águas cristalinas nós vamos precisar
Da nossa vida nesse mundo é necessário cuidar
Para ter o ar puro que vamos respirar.
Vai vai passarinho neste mundo sem fim
Anunciando à humanidade que cuide mais de mim.
Sou uma abelhinha e estou sempre a voar
Recolhendo os doces das flores, o meu melzinho vou juntar.
Para alimentar minha família, vou sempre trabalhar.
Se você quiser um pouquinho pode pegar.
Mas não acabe com a mata
Que é o nosso lugar
Se isso acontecer
Onde vamos morar?
Darrúbia Cristina de Castro 7ª “B”
2º lugar
Natureza
Não existe coisa tão boa,
E com tamanha beleza,
Que os rios e as cachoeiras,
Da nossa linda e maravilhosa natureza.
Passarinhos cantando,
Animais passeando,
Pena que tudo isso vai acabar.
Tudo esta poluído,
Até mesmo o mar.
Sei que um dia haverá uma solução,
Seja ela um ser humano ou não.
Pessoas vão mudar,
E vão se conscientizar,
Que nós não podemos destruir,
O que os animais da natureza vão usufruir.
Vanessa Duarte 6ª “A”
3º lugar
Eis a questão
Porque tanta guerra por um pedaço de terra?
Porque o Brasil, o país mais rico do mundo
Por causa da sua vegetação,
É desvalorizado por sua própria nação?
Porque em vez de fazer mensalão,
Os políticos não cuidam da nossa população?
Ou fará o caixa dois para fazer o povão
Comer somente arroz com feijão?
Nossos frutos, nossos rios, nossas matas existirão
Para nossos filhos que virão?
Bem, eu acho que não
Se todos continuarem nessa devastação.
Bruna Lorrane 7ª ”A”
Projeto Cidadania Ambiental-PCA
Concurso de Poesia
Coordenação: Professora Deusméria Maione
Trindade, dezembro 2006.
________________________________________
Água fonte de vida...
Flávio Martins dos Santos - Maceió/AL - 16 anos
Tua magnificência aos homens foi cedida...
Centro de toda a existência...
Em um futuro próximo...
Deixarás de existir...
Se tudo isso continuar a se repercutir...
O homen é apedeuta...
E por esta ignorância vai pagar...
A água que lhe proporcionou a vida...
Algum dia lhe irá roubar...
A um destino doloroso e cruel caminhamos...
Muitos sem nada a se preocupar...
Apenas alguns desejando a humanidade acordar...
Coisa imprescindível, para a si próprio salvar...
________________________________________
INCÊNDIO NA MATA
Sueli do Espírito Santo
Incêndio no meio da mata
entre faiscantes labaredas
não há quaisquer veredas
e o fogo tudo leva e mata
A natureza desolada assiste
a mãe preocupada, atenta
ao ver tamanha tormenta
tristemente chora, não resiste
A destruição dia-a-dia cresce
assolando o meio ambiente
por gente ainda inconsciente
que essa dádiva não reconhece
AMAZÔNIA, REINO VERDEJANTE
Sueli do Espírito Santo
Amazônia, nosso reino verdejante
vertendo a água doce abundante
está humilhada pela inconsciência
daqueles que ferem a sua beleza
ignorando a sua suntuosa realeza
com os desmandos da prepotência
Mesmo estando em chão brasileiro
é ambicionada por tanto estrangeiro
querendo explorar a sua existência
nos rios um murmúrio entristecido
todo o seu habitat está aborrecido
como a dizer "basta de negligência"
http://www.sue2001.recantodasletras.com.br
________________________________________
O MAR E O AR
Você já viu o azul do mar.
Já sentiu o cheiro puro do ar.
Já foi para outro lugar.
Isso tudo vale a pena experimentar.
Porque ficar somente na frente da televisão
É muita pressão.
Vamos sair gente, não estraguem a sua mente.
O mundo está acabando por causa da poluição do ar.
E logo não irá mais ter lugar para passear.
Então vamos aproveitar os mares, as flores, todos os lugares.
Desde as florestas até o lugar que a gente não acreditar.
Só basta imaginar!
AUTOR: Gabriel Pereira 9 anos
com a ajuda da professora: Raquel
________________________________________
Natureza: uma questão de consciência
Pense bem na natureza
Observe que ela tem uma esperteza
Esperteza de nos alimentar
Mas nesse caso a gente tem que colaborar.
Tem bicho de todo jeito
E rio com todo tamanho de leito
Bicho pequeno, bicho grandão,
E bicho que a pouco tempo não existirão
Oh, como eu queria olhar pro céu
E sentir um gostinho de mel
Mas com tanto desmatamento
Dói-me o coração e só lamento
Já conheço uma solução que é bem legal
Reciclar é fundamental
E separar o lixo não é nada difícil
Se você pensar vai logo notar.
Autor: Breno Aquino Caetano do Carmo
Idade: 12 anos
Cidade/Estado: Patos de Minas - MG
________________________________________
NATUREZA BELA
( MÚSICA - TEREZINHA DE JESUS )
NA NATUREZA, QUE BELEZA,
HÁ MUITA ÁGUA PRA SE USAR.
ÁRVORES, FRUTAS, AR PURO,
PLANTAS A NOS ALIMENTAR.
ÁRVORES, FRUTAS, AR PURO
FLORES A NOS ALEGRAR.
MAS SE A GENTE NÃO SE IMPORTAR,
DE TUDO ISSO NÃO CUIDAR.
PODE TUDO DESAPARECER
QUE TRISTEZA VER TUDO MORRER.
PODE TUDO DESAPARECER
NADA MAIS VOLTAR A CRESCER.
E DEVEMOS SEMPRE LUTAR
NÃO PERMITIR A POLUIÇÃO
VER O RIO LIMPO PASSAR
E NELE PODER NADAR.
VER O RIO LIMPO PASSAR
E NELE PODER PESCAR.
A NATUREZA É UMA RIQUEZA
PAZ E AMOR NO CORAÇÃO.
A NATUREZA TORNA TUDO
TERRA, MAR, FLOR EM CANÇÃO.
A NATUREZA TORNA TUDO
TERRA, MAR, FLOR EM ORAÇÃO.
Atividade para os alunos da 2ª série B. Prof. Lourdinha
EE Monsenhor João Soares
Sorocaba / São Paulo
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PRESERVANDO A NATUREZA
O homem precisa da Natureza.
Não pode viver sem sua beleza.
Com árvores e flores, rios e mares,
Deus embelezou todos os lugares.
Do meio ambiente
O homem é dono e senhor.
Mas dono que ama é exigente.
Cuida de tudo com muito amor.
Se cada um fizer a sua parte
A Natureza irá sobreviver.
Todos ficarão felizes e contentes
E as futuras gerações irão agradecer.
Produção coletiva dos alunos da 3ª série B ( Prof. Márcia )E E Monsenhor João Soares Sorocaba / SP
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Natureza
Natureza,
A minha riqueza.
Natureza,
do meu coração.
A Natureza torna tudo
em flor e canção...
Colaboração da pequena Ellen, de 8 aninhos, filhinha da Rita Margarete (Mirra)
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Poema Ecológico
Na natureza
Existe muita beleza
Animais com esperteza
É muito bela com certeza
Há água para tomar
Frutas para se alimentar
Um ar puro para respirar
E árvores para descansar
Pena que a maioria parou de existir
Os animais começaram a extinguir
A beleza de repente sumir
E a cabeça dos homens subir
De repente começo a pensar
Que não posso mais sonhar
Neste lugar para morar
Que um dia a natureza pensou reinar
Ver as pessoas não se importarem com a poluição
Dói-me o coração
E quando vejo no chão
Penso que daqui a pouco as árvores não existirão
Ver tudo morrer
Sem esperança de algo voltar a nascer
Poder olhar para o céu
E sentir o gostinho de mel
Quero ver o rio limpo passar
Para poder mergulhar
Árvores para subir
E a natureza voltar a sorrir
Colaboração:
Tatiana Gomes dos Santos/ 13 anos - POA - RS.
________________________________________
Rap Ecológico
Devemos cuidar
Do meio ambiente
Afinal de contas
É a casa da gente.
O nosso projeto
É uma beleza
Ensina a gente
A cuidar da natureza
Como é que vamos
Cuidar do meio ambiente?
Do jeito que está
Vai ficar permanente
Olha só meu amigo
Quanta poluição
Vamos já procurar
Uma boa solução
Já conheço uma
Que é bem legal
Reciclar papel
É fundamental
Separar o lixo
Não é nada difícil
Se você pensar
Logo vai notar
Esse é o rap
Do projeto ecologia
Venha conosco
Mergulhar nessa magia
O ar negro,
a água suja,
árvores derrubadas!
peixes mortos,
pássaros desabrigados!
e o Homem ?
Prisão em domicílio.
A sombra sobre a cidade.
O ar sendo degradado!
Vida artificial!
Preferem o computador!
Cadê o Homem que pode sentir dor?
Sentado em casa
Vendo televisão.
Enquanto o mundo acaba em um lixão...
Mundo de pouca vida
que vai embora pelo ralo da pia!
Falta de ar: sinto!
Cadê o ar puro e limpo?
O céu azul sobre mim já não posso ver
No lugar, fumaça negra,que em nada me deixa crer!
Na completa escuridão
a humanidade caminha para seu fim
Sem solução!
De: Maria Isadora Fernandes Braga
Petrolina- GO (isadora.eae@hotmail.com)
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Concurso da Escola Estadual Professor Helon Gomide
Trindade - GO
Escola Estadual Professor Helon Gomide
III Concurso de Poesia (Projeto Cidadania Ambiental – PCA)
Poesias vencedoras
Brasil
Chegou Pedro Álvares Cabral,
Vindo de Portugal,
Na sua embarcação,
Pra explorar nossa nação.
Chegou com seus homens,
Pro Brasil inventou muitos nomes,
Aqui foram bem recebidos,
Pelos índios nossos nativos.
Explorou nossas riquezas,
E também a natureza,
Exportando tudo que havia,
Do ouro a tudo que existia.
Deixou-nos muita pobreza,
Levando nossa riqueza,
Deixando aqui graves doenças,
E entre nós grandes desavenças.
Mas hoje o Brasil se superou,
Com as novas leis tudo mudou,
Ainda existe desmatamento,
Brigas, ódio e sofrimento.
Mas lutamos pra que um dia tudo mude de verdade,
Pra trazer novamente aos brasileiros a felicidade,
Um Brasil que hoje sai do fundo,
Lutando pra chegar ao primeiro mundo.
Carla Leite 8º ano “B”
Uma Floresta Encantada
Saí pra ver o luar,
Pensando no que iria encontrar,
Encontrei as mais lindas estrelas.
Procurei então uma floresta,
Só fui perceber no fim,
Que a floresta estava dentro de mim.
Olhando para todos os lados,
Percebi que estava tudo no fim,
O homem fazendo queimada,
Matando a floresta encantada.
Depois eu compus uma canção,
Que falava de paz e união,
Em cada palavra que escrevia,
Não sei se conseguia e se devia,
Dizer-te que dentro de mim
Havia uma floresta sem fim.
Nas asas do vento voei,
Nas águas do mar naveguei,
E quanto mais eu navegava,
Mais longe eu avistava,
Uma floresta encantada,
Sem queimadas e sem tristeza,
Era uma floresta de muita beleza.
Divina Maria Ferreira 7º ano “A”
Preservação Escolar
Nós devemos preservar a escola,
Pra não precisar de reforma,
E nem mesmo da verba escolar.
Porque preservando o que é nosso,
Pagando nossos impostos,
Melhorias não vão faltar.
No meu bairro tem escola,
E as crianças vão estudar,
É lá que elas aprendem,
O patrimônio público preservar.
A escola é nossa amiga,
E dela vamos cuidar,
Porque aqui nasce o futuro,
Dos alunos que nela vem estudar.
Alexandre Pereira Neves 7º ano “A”
Tudo Tem a Ver
Tudo tem a ver...
Samba com carnaval,
futebol com televisão,
flores com a primavera e
calor com o verão.
Mas nada tem a ver
matança e poluição,
queimada e desmatamento,
dor e sofrimento,
sangue e destruição.
Em todo lugar existe natureza,
mas nem todos os lugares,
está com sua beleza,
está destruída,
feia e sem vida.
Nós fazemos parte,
do meio ambiente,
se a destruirmos,
também seremos destruídos.
Se quisermos sobreviver,
o meio ambiente,
teremos que proteger.
Não desmatar,
e não poluir,
um pouco dessa dor,
teremos que sentir.
Danielly de Morais 6º ano “B”
Minha Cidade
Minha cidade tem
Espaço até demais,
Mas o que adianta espaço demais,
Se a gente não sabe o que faz.
E a natureza que antes
Era só riqueza,
Mas hoje coitada, é só pobreza
E não tem mais aquela beleza,
Mas que tristeza!
Se a gente preservar,
A cidade vai melhorar,
A natureza vai voltar
E a gente não vai mais ver tristeza,
Isso eu tenho certeza.
Mas se todos pensassem assim,
O mundo não iria ter fim,
Mas ninguém é igual a ninguém,
Temos que respeitar,
Com as diferenças que cada um tem.
Vamos ajudar,
Para a cidade preservar,
E o mundo então melhorar.
Ana Karollyny Evangelista 6º ano “B”
Poemas recebidos em 03.05.2009
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Um Poema para Bere
Por Maria Nazaréth dos Anjos Silva
É uma grande alegria
Abrir um "e-mail" seu.
Quem educa para o ambiente,
Mora no coração meu.
Para mim é uma honra
Pode comunicar contigo.
Educador ambiental,
É também o meu amigo.
O Planeta Terra precisa
De quem cuida dele com ardor.
O Apoema faz bem isso,
Aí todos trabalham com amor.
O professorado precisa
De ajuda, de orientação.
Berenice Adams cuida disso
Com competência e perfeição!
Nossas crianças precisam
Ser educadas para a sustentabilidade.
O Apoema entende isso,
Educa para todas as idades.
Berenice é o anjo
Que a natureza nos oferece.
Com sua equipe dinâmica,
Toda a ignorância fenece.
Que as estrelinhas brilhem em ti, Bere
Que o Sol aqueça seu coração.
Que as águas dos Rios levem pra longe,
Todos os fluidos que não são bons!
Que o Criador de tudo
Ilumine o seu caminho
É o que de coração puro,
Te desejo com carinho.
Um beijo,
Com admiração e respeito,
Nazareth (Naza) - e-mail: nazaanjinha@yahoo.com.br
Enviado em fevereiro de 2009
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Tendo em vista tantos problemas relacionados à falta de respeito com a natureza nós da EMEF “Moacyr Martins dos Santos” ensinamos desde cedo que respeitar a natureza é respeitar a vida.
S.O.S animais
Os animais precisam da nossa ajuda
eles precisam de mais paz
Todos nós conseguimos ajudar
basta apenas tentar...
Eles estão pedindo socorro,
precisam de mais apoio!
Querem seu habitat seguro
E também o ar mais puro.
Os passarinhos em seus ninhos,
Borboletinhas tão bonitinhas...
As araras nos pantanais.
Vamos acordar!!!
Antes que seja tarde demais...
Lara Rosa Balbino - 2ª série D
E.M.E.F. “Moacyr Martins dos Santos”
Professora: Flávia Lourenço Scatolino: flaviaroberto@uol.com.br
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DEVASTAÇÃO
Sueli do Espírito Santo
Na mata, no ar, em toda a terra
o meio-ambiente está deplorável
perdendo sua beleza admirável
mais algum tempo e se encerra
Até o grande mar, brada e berra
chamando-nos a essa realidade
e a Natureza nos pede piedade
antes que aconteça uma guerra
que tudo tudo poderá devastar
a humanidade terá que enfrentar
http://www.sue2001.recantodasletras.com.br
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AJUDE A GENTE!
A natureza perfeita Jesus criou,
Fez animais, plantas, céu e mar.
Um ambiente tranqüilo Ele formou
Dava até pra ouvir passarinhos a cantar.
O mundo era lindo e cheio de riquezas,
Pedras preciosas, matas verdes cheias de belezas ,
Lindas praias e cachoeiras belas.
Pra nós Ele fez todas elas.
Mas quando o homem chegou,
Tudo mudou!
O homem começou cidades construir,
E para isso precisou a natureza destruir.
Incontrolavelmente ele começou a agir,
Fez queimadas, poluiu e desmatou,
Foi assim que a beleza acabou,
E os animais começaram a sumir.
Mas o que a gente pode fazer
Para a natureza sobreviver?
Podemos não fumar,
Para não poluir o ar.
Podemos plantar árvores por todos os lugares,
Podemos também não jogar lixo nos mares;
Podemos não jogar lixo na rua,
Preserve a natureza, pois ela também é sua!
Todos nós pedimos, por favor,
Cuide do nosso mundo com amor.
Não faça queimada,
Não desperdice água,
Não destrua a natureza
Isso é bom, tenha certeza!
Não polua o meio ambiente,
E viva a vida mais contente!
Ajude a gente!
Produzido em conjunto pela turma do 5°ano, com ajuda da professora Lídia.
Colégio Adventista - IABC / Anápolis - GO
________________________________________
Concurso da Escola Estadual Professor Helon Gomide
Trindade, 09 de dezembro de 2006.
Escola Estadual Professor Helon Gomide
Concurso de Redação e Poesia (Projeto Cidadania Ambiental – PCA)
Poesias vencedoras
1º lugar
A natureza
Todas as noites dormem o povo,
E de manhã canta o corvo.
Os passarinhos e peixes fazem festa,
Na prefeitura e nas escolas fazem palestras.
A natureza é bela,
Que pena que ninguém da trela.
Terra linda de grandeza,
Obrigada ó minha natureza.
Nos verdes campos,
Vem o sabiá.
E a gente houve aqueles cantos,
Daqui e de lá.
No rio Araguaia,
Tem belas praias.
E também árvores,
Onde encontro felicidades.
No Cerrado goiano,
Tem o céu anil.
Passa de ano em ano,
No coração do Brasil.
Não sei quando isso terá fim,
Por que já não sei,
O que existirá depois de mim.
Walisson 5ª “A”
2º lugar
Cuidar do meio ambiente
Não pode depredar,
Porque pode acabar
E muito menos sujar
E nem pinchar
Por favor, pare de sujar...
E também pare de destruir
Porque você vai poluir
Você vai derrubar
E depois arrancar
E você esta sabendo que você vai matar
Ainda assim mesmo você vai estraçalhar
Carlos Henrique 5ª “B”
3º lugar
Oração da natureza
Senhor Jesus, abençoe a nós todos os humanos,
Para que não cortemos árvores nem matemos os animais,
Para podermos enfim viver em paz.
Senhor Jesus, nos abençoe,
Para que o homem ajude mais a natureza,
Para que ela possa respirar e viver mais,
E sem desmatar para que possamos viver em paz.
Fernando Valadão (inclusão) 5ª “B”
1º lugar
Minha Terra....
Minha Terra tem palmeiras onde canta o sabiá
Minha Terra tem floresta que é preciso preservar
Minha Terra tem rios que não se pode contar
Minha Terra tem pássaros que estão sempre a cantar.
Minha Terra tem um brilho que não se pode apagar
Mas também temos a escola que devemos conservar
Se eu fosse um passarinho iria anunciar
Preservai a natureza que é o nosso lar.
Os rios e As florestas devemos conservar
E das águas cristalinas nós vamos precisar
Da nossa vida nesse mundo é necessário cuidar
Para ter o ar puro que vamos respirar.
Vai vai passarinho neste mundo sem fim
Anunciando à humanidade que cuide mais de mim.
Sou uma abelhinha e estou sempre a voar
Recolhendo os doces das flores, o meu melzinho vou juntar.
Para alimentar minha família, vou sempre trabalhar.
Se você quiser um pouquinho pode pegar.
Mas não acabe com a mata
Que é o nosso lugar
Se isso acontecer
Onde vamos morar?
Darrúbia Cristina de Castro 7ª “B”
2º lugar
Natureza
Não existe coisa tão boa,
E com tamanha beleza,
Que os rios e as cachoeiras,
Da nossa linda e maravilhosa natureza.
Passarinhos cantando,
Animais passeando,
Pena que tudo isso vai acabar.
Tudo esta poluído,
Até mesmo o mar.
Sei que um dia haverá uma solução,
Seja ela um ser humano ou não.
Pessoas vão mudar,
E vão se conscientizar,
Que nós não podemos destruir,
O que os animais da natureza vão usufruir.
Vanessa Duarte 6ª “A”
3º lugar
Eis a questão
Porque tanta guerra por um pedaço de terra?
Porque o Brasil, o país mais rico do mundo
Por causa da sua vegetação,
É desvalorizado por sua própria nação?
Porque em vez de fazer mensalão,
Os políticos não cuidam da nossa população?
Ou fará o caixa dois para fazer o povão
Comer somente arroz com feijão?
Nossos frutos, nossos rios, nossas matas existirão
Para nossos filhos que virão?
Bem, eu acho que não
Se todos continuarem nessa devastação.
Bruna Lorrane 7ª ”A”
Projeto Cidadania Ambiental-PCA
Concurso de Poesia
Coordenação: Professora Deusméria Maione
Trindade, dezembro 2006.
________________________________________
Água fonte de vida...
Flávio Martins dos Santos - Maceió/AL - 16 anos
Tua magnificência aos homens foi cedida...
Centro de toda a existência...
Em um futuro próximo...
Deixarás de existir...
Se tudo isso continuar a se repercutir...
O homen é apedeuta...
E por esta ignorância vai pagar...
A água que lhe proporcionou a vida...
Algum dia lhe irá roubar...
A um destino doloroso e cruel caminhamos...
Muitos sem nada a se preocupar...
Apenas alguns desejando a humanidade acordar...
Coisa imprescindível, para a si próprio salvar...
________________________________________
INCÊNDIO NA MATA
Sueli do Espírito Santo
Incêndio no meio da mata
entre faiscantes labaredas
não há quaisquer veredas
e o fogo tudo leva e mata
A natureza desolada assiste
a mãe preocupada, atenta
ao ver tamanha tormenta
tristemente chora, não resiste
A destruição dia-a-dia cresce
assolando o meio ambiente
por gente ainda inconsciente
que essa dádiva não reconhece
AMAZÔNIA, REINO VERDEJANTE
Sueli do Espírito Santo
Amazônia, nosso reino verdejante
vertendo a água doce abundante
está humilhada pela inconsciência
daqueles que ferem a sua beleza
ignorando a sua suntuosa realeza
com os desmandos da prepotência
Mesmo estando em chão brasileiro
é ambicionada por tanto estrangeiro
querendo explorar a sua existência
nos rios um murmúrio entristecido
todo o seu habitat está aborrecido
como a dizer "basta de negligência"
http://www.sue2001.recantodasletras.com.br
________________________________________
O MAR E O AR
Você já viu o azul do mar.
Já sentiu o cheiro puro do ar.
Já foi para outro lugar.
Isso tudo vale a pena experimentar.
Porque ficar somente na frente da televisão
É muita pressão.
Vamos sair gente, não estraguem a sua mente.
O mundo está acabando por causa da poluição do ar.
E logo não irá mais ter lugar para passear.
Então vamos aproveitar os mares, as flores, todos os lugares.
Desde as florestas até o lugar que a gente não acreditar.
Só basta imaginar!
AUTOR: Gabriel Pereira 9 anos
com a ajuda da professora: Raquel
________________________________________
Natureza: uma questão de consciência
Pense bem na natureza
Observe que ela tem uma esperteza
Esperteza de nos alimentar
Mas nesse caso a gente tem que colaborar.
Tem bicho de todo jeito
E rio com todo tamanho de leito
Bicho pequeno, bicho grandão,
E bicho que a pouco tempo não existirão
Oh, como eu queria olhar pro céu
E sentir um gostinho de mel
Mas com tanto desmatamento
Dói-me o coração e só lamento
Já conheço uma solução que é bem legal
Reciclar é fundamental
E separar o lixo não é nada difícil
Se você pensar vai logo notar.
Autor: Breno Aquino Caetano do Carmo
Idade: 12 anos
Cidade/Estado: Patos de Minas - MG
________________________________________
NATUREZA BELA
( MÚSICA - TEREZINHA DE JESUS )
NA NATUREZA, QUE BELEZA,
HÁ MUITA ÁGUA PRA SE USAR.
ÁRVORES, FRUTAS, AR PURO,
PLANTAS A NOS ALIMENTAR.
ÁRVORES, FRUTAS, AR PURO
FLORES A NOS ALEGRAR.
MAS SE A GENTE NÃO SE IMPORTAR,
DE TUDO ISSO NÃO CUIDAR.
PODE TUDO DESAPARECER
QUE TRISTEZA VER TUDO MORRER.
PODE TUDO DESAPARECER
NADA MAIS VOLTAR A CRESCER.
E DEVEMOS SEMPRE LUTAR
NÃO PERMITIR A POLUIÇÃO
VER O RIO LIMPO PASSAR
E NELE PODER NADAR.
VER O RIO LIMPO PASSAR
E NELE PODER PESCAR.
A NATUREZA É UMA RIQUEZA
PAZ E AMOR NO CORAÇÃO.
A NATUREZA TORNA TUDO
TERRA, MAR, FLOR EM CANÇÃO.
A NATUREZA TORNA TUDO
TERRA, MAR, FLOR EM ORAÇÃO.
Atividade para os alunos da 2ª série B. Prof. Lourdinha
EE Monsenhor João Soares
Sorocaba / São Paulo
________________________________________
PRESERVANDO A NATUREZA
O homem precisa da Natureza.
Não pode viver sem sua beleza.
Com árvores e flores, rios e mares,
Deus embelezou todos os lugares.
Do meio ambiente
O homem é dono e senhor.
Mas dono que ama é exigente.
Cuida de tudo com muito amor.
Se cada um fizer a sua parte
A Natureza irá sobreviver.
Todos ficarão felizes e contentes
E as futuras gerações irão agradecer.
Produção coletiva dos alunos da 3ª série B ( Prof. Márcia )E E Monsenhor João Soares Sorocaba / SP
________________________________________
Natureza
Natureza,
A minha riqueza.
Natureza,
do meu coração.
A Natureza torna tudo
em flor e canção...
Colaboração da pequena Ellen, de 8 aninhos, filhinha da Rita Margarete (Mirra)
________________________________________
Poema Ecológico
Na natureza
Existe muita beleza
Animais com esperteza
É muito bela com certeza
Há água para tomar
Frutas para se alimentar
Um ar puro para respirar
E árvores para descansar
Pena que a maioria parou de existir
Os animais começaram a extinguir
A beleza de repente sumir
E a cabeça dos homens subir
De repente começo a pensar
Que não posso mais sonhar
Neste lugar para morar
Que um dia a natureza pensou reinar
Ver as pessoas não se importarem com a poluição
Dói-me o coração
E quando vejo no chão
Penso que daqui a pouco as árvores não existirão
Ver tudo morrer
Sem esperança de algo voltar a nascer
Poder olhar para o céu
E sentir o gostinho de mel
Quero ver o rio limpo passar
Para poder mergulhar
Árvores para subir
E a natureza voltar a sorrir
Colaboração:
Tatiana Gomes dos Santos/ 13 anos - POA - RS.
________________________________________
Rap Ecológico
Devemos cuidar
Do meio ambiente
Afinal de contas
É a casa da gente.
O nosso projeto
É uma beleza
Ensina a gente
A cuidar da natureza
Como é que vamos
Cuidar do meio ambiente?
Do jeito que está
Vai ficar permanente
Olha só meu amigo
Quanta poluição
Vamos já procurar
Uma boa solução
Já conheço uma
Que é bem legal
Reciclar papel
É fundamental
Separar o lixo
Não é nada difícil
Se você pensar
Logo vai notar
Esse é o rap
Do projeto ecologia
Venha conosco
Mergulhar nessa magia
o planeta pede paz
o planeta pede socorro
O meio ambiente agoniza!
A natureza pede socorro!
As matas pedem conservação
Os bichos pedem preservação
O ar não quer poluição
A água não quer contaminação
E o homem quer solução
Ele não sabe que é a solução!
Para melhorar a situação
Para a próxima geração!
Com muitas árvores para refrescar
Variedade de animais para admirar
Ar puro para respirar
Água cristalina para tomar.
Tudo isso depende de mim
Tudo isso depende de você
Tudo isso depende de nós...
Vamos nos conscientizar
De que nossos hábitos devemos mudar
Novas atitudes devemos tomar.
Aprender a conservar
Aprender a respeitar
Aprender a reciclar
Para o meio ambiente preservar
E a vida melhorar...
O meio ambiente agoniza!
A natureza pede socorro!
As matas pedem conservação
Os bichos pedem preservação
O ar não quer poluição
A água não quer contaminação
E o homem quer solução
Ele não sabe que é a solução!
Para melhorar a situação
Para a próxima geração!
Com muitas árvores para refrescar
Variedade de animais para admirar
Ar puro para respirar
Água cristalina para tomar.
Tudo isso depende de mim
Tudo isso depende de você
Tudo isso depende de nós...
Vamos nos conscientizar
De que nossos hábitos devemos mudar
Novas atitudes devemos tomar.
Aprender a conservar
Aprender a respeitar
Aprender a reciclar
Para o meio ambiente preservar
E a vida melhorar...
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Flor da manhã
Seus olhos têm um brilho
Feito água cristalina
Seu semblante de coragem
Seu sorriso me alucina
Eu tiamo minha filha
Você parece uma flor
Quando acorda de manhã
Cheirosa feito uma rosa
Macia feito maçã
És um lírio perfumado
Perfuma toda a manhã
Sem você na minha vida
Eu não seria ninguém
Você é parte de mim
Sua presencia mim faz bem
Eu não troco o seu amor
Pelo um amor de alguém
Quando você me olha
É lindo o seu sorrisinho
Tem uma parte de amor
Outra parte de carinho
Eu me sinto um pai feliz
Feito um passarinho no ninho
Só desejo pra você
Muito amor e alegria
Sossego e fraternidade
E uma boa companhia
Que Jesus o nosso mestre
Líder a sabedoria t
Mais se um dia eu faltar
E por que Deus mim levou
Subirei cantando um hino
Glorificando o senhor
Vou esta no meu lugar
Que meu Jesus preparou
Vou terminando o poema
Com muito amor e carinho
Especial pra Vitoria
Que já completou um aninho
Essa e uma homenagem
Do seu querido paizinho.
João Paulo Gomes
Feito água cristalina
Seu semblante de coragem
Seu sorriso me alucina
Eu tiamo minha filha
Você parece uma flor
Quando acorda de manhã
Cheirosa feito uma rosa
Macia feito maçã
És um lírio perfumado
Perfuma toda a manhã
Sem você na minha vida
Eu não seria ninguém
Você é parte de mim
Sua presencia mim faz bem
Eu não troco o seu amor
Pelo um amor de alguém
Quando você me olha
É lindo o seu sorrisinho
Tem uma parte de amor
Outra parte de carinho
Eu me sinto um pai feliz
Feito um passarinho no ninho
Só desejo pra você
Muito amor e alegria
Sossego e fraternidade
E uma boa companhia
Que Jesus o nosso mestre
Líder a sabedoria t
Mais se um dia eu faltar
E por que Deus mim levou
Subirei cantando um hino
Glorificando o senhor
Vou esta no meu lugar
Que meu Jesus preparou
Vou terminando o poema
Com muito amor e carinho
Especial pra Vitoria
Que já completou um aninho
Essa e uma homenagem
Do seu querido paizinho.
João Paulo Gomes
sábado, 23 de abril de 2011
A poesia dos sem terra
Ao povo de Deus a terra, pra plantar e sobreviver.
E virou triste guerra, a História não vai esquecer.
Cada um é peregrino, que do alto estão a enviar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Tão infame a realidade, há abandono e exclusão.
Grande é a desigualdade, há tanta fome e privação.
O dominador é cretino, não sente a pobreza matar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Reivindicar é coisa de luz, é misericórdia e ação.
Une Conselheiro e Jesus, e Lourenço do Caldeirão.
É preciso amor e tino, é a vida e o tempo a passar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Jesus pregou irmandade, a partilha e a comunhão.
Delírio do lucro é bestialidade, e leva a perdição.
O Vendilhão tem seu destino, Jesus virá chicotear.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Não é só olhar e concluir, tem de fazer a reflexão.
Tem de Jesus influir, e tem de ter ele no coração.
Não pode fazer desatino, e nem as coisas trocar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Por todo lado suntuosidade, e a miséria também.
Diminui ter humanidade, ouro e Lucro é nota cem.
Um pensamento eqüino, de ao próximo não amar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Tudo pode ser manipulado, e falseia o explorador.
Vê o seu lucro ameaçado, e é capaz do vil terror.
No laranjal o malandrino, infame pra Mídia filmar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Tudo vai ser acertado, esta a vida e tudo passando.
Coitado do amaldiçoado, de ta o povo penalizando.
Fome é um desatino, que o seu causador vai pagar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
no mundo famintos a crescer, dá em toda televisão.
A Terra de Deus se vender, é a Lei de Segregação.
O camponês é paladino, pra fome do mundo matar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Não é pro pobre do campo, ir trabalhar na cidade.
Isso é um desencanto, ele terá pouca oportunidade.
Plantar a terra é seu Hino, sua vida e santificar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Pra libertar o dominado, e também o dominador.
Pra ninguém ser explorado, nem ser o usurpador.
É não ser monstro ferino, que faz o mundo sangrar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Amor é fé e complacência, que é a Justiça social.
Jesus é nossa referência, a nossa luz e nosso ideal.
Nos orienta desde menino, pro viver ser de honrar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
O Trabalhador Rural, na penúria tem de insurgir.
Sua pobreza é final, responsável ele tem de agir.
Deus do Céu é seu arrimo, não vai lhe abandonar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
A sorte esta lançada, e a História acompanhando.
Não há ação abandonado, do infinito estão olhando.
O Direito mais genuíno, é Deus presente a mandar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
ARQUIVOS DO MST
E virou triste guerra, a História não vai esquecer.
Cada um é peregrino, que do alto estão a enviar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Tão infame a realidade, há abandono e exclusão.
Grande é a desigualdade, há tanta fome e privação.
O dominador é cretino, não sente a pobreza matar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Reivindicar é coisa de luz, é misericórdia e ação.
Une Conselheiro e Jesus, e Lourenço do Caldeirão.
É preciso amor e tino, é a vida e o tempo a passar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Jesus pregou irmandade, a partilha e a comunhão.
Delírio do lucro é bestialidade, e leva a perdição.
O Vendilhão tem seu destino, Jesus virá chicotear.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Não é só olhar e concluir, tem de fazer a reflexão.
Tem de Jesus influir, e tem de ter ele no coração.
Não pode fazer desatino, e nem as coisas trocar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Por todo lado suntuosidade, e a miséria também.
Diminui ter humanidade, ouro e Lucro é nota cem.
Um pensamento eqüino, de ao próximo não amar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Tudo pode ser manipulado, e falseia o explorador.
Vê o seu lucro ameaçado, e é capaz do vil terror.
No laranjal o malandrino, infame pra Mídia filmar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Tudo vai ser acertado, esta a vida e tudo passando.
Coitado do amaldiçoado, de ta o povo penalizando.
Fome é um desatino, que o seu causador vai pagar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
no mundo famintos a crescer, dá em toda televisão.
A Terra de Deus se vender, é a Lei de Segregação.
O camponês é paladino, pra fome do mundo matar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Não é pro pobre do campo, ir trabalhar na cidade.
Isso é um desencanto, ele terá pouca oportunidade.
Plantar a terra é seu Hino, sua vida e santificar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Pra libertar o dominado, e também o dominador.
Pra ninguém ser explorado, nem ser o usurpador.
É não ser monstro ferino, que faz o mundo sangrar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
Amor é fé e complacência, que é a Justiça social.
Jesus é nossa referência, a nossa luz e nosso ideal.
Nos orienta desde menino, pro viver ser de honrar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
O Trabalhador Rural, na penúria tem de insurgir.
Sua pobreza é final, responsável ele tem de agir.
Deus do Céu é seu arrimo, não vai lhe abandonar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
A sorte esta lançada, e a História acompanhando.
Não há ação abandonado, do infinito estão olhando.
O Direito mais genuíno, é Deus presente a mandar.
Sem Terra povo do Divino, igualdade e o libertar.
ARQUIVOS DO MST
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Glosa:
Tratei por finda a procura
De novo amor e afeição
Pra queimar meu coração.
Assim findava a loucura
Que o espírito apura
Ao tornar a alma tranquila
No fel em que se aniquila.
Senti isso ao cair da noite:
Em voz doce, doce açoite,
Ela me chamou seu dono.
E logo fugiu-me o sono
- Infeliz e tempestuoso,
Afastado dos bons gozos,
Os sagrados e profanos,
Dessa vida, louco sonho.
Ao ver-me entre suas pernas
E nas brasas sempiternas
De seu olhar incendiado,
Ela abraçou-me apertado
E me disse coisas ternas:
"Quem ama não se governa,
Porque a alma não é dela
É da outra alma feita nela!".
Estava pois, possuído
Por aquele amor bandido
Que roubara dos altares,
Pudica mulher e dama
A qual se excita na cama
Com as palavras vulgares.
Tratei por finda a procura
De novo amor e afeição
Pra queimar meu coração.
Assim findava a loucura
Que o espírito apura
Ao tornar a alma tranquila
No fel em que se aniquila.
Senti isso ao cair da noite:
Em voz doce, doce açoite,
Ela me chamou seu dono.
E logo fugiu-me o sono
- Infeliz e tempestuoso,
Afastado dos bons gozos,
Os sagrados e profanos,
Dessa vida, louco sonho.
Ao ver-me entre suas pernas
E nas brasas sempiternas
De seu olhar incendiado,
Ela abraçou-me apertado
E me disse coisas ternas:
"Quem ama não se governa,
Porque a alma não é dela
É da outra alma feita nela!".
Estava pois, possuído
Por aquele amor bandido
Que roubara dos altares,
Pudica mulher e dama
A qual se excita na cama
Com as palavras vulgares.
ser vaqueiro
ser vaqueiro destemido tem que ter sanque no oi
selar o seu alazao vai pro mato atraz do boi
deci ladeira e serrote correndo a traz do garrote
nessa proficao groceira
por isso meu companheiro
eu adimiro os vaqueiro que pega boi na madeira
joao paulo gomes
glosa

lhe aconselho nao ir
minha casa e muinto feia
de um lado e um semiterio
do outro e a cadeia
de um lado se come terra
do outro se leva peia
respondeu o outro poeta
e eu so e um 38
nas maos de um cabra valente
e dos bom tem cano curto
cao atras bala na frente
e o cao vai quebrando bala
e bala matando gente
selar o seu alazao vai pro mato atraz do boi
deci ladeira e serrote correndo a traz do garrote
nessa proficao groceira
por isso meu companheiro
eu adimiro os vaqueiro que pega boi na madeira
joao paulo gomes
glosa


lhe aconselho nao ir
minha casa e muinto feia
de um lado e um semiterio
do outro e a cadeia
de um lado se come terra
do outro se leva peia
respondeu o outro poeta
e eu so e um 38
nas maos de um cabra valente
e dos bom tem cano curto
cao atras bala na frente
e o cao vai quebrando bala
e bala matando gente
Louro Branco e Zé Cardoso
.
1. Não existe mais respeito
Nos namoros de hoje em dia
Rapaz que tem companheira
Não leva Salve Rainha
Mas leva uma camisinha
Escondida na carteira
Tira a roupa da parceira
Mama chega o peito esfria
Chupa na língua macia
Como quem chupa confeito
Não existe mais respeito
Nos namoros de hoje em dia
(Louro Branco)
Vi um casal na calçada
Ela com ele abraçado
Ele na boca colado
Ela na língua enganchada
Uma velha admirada
Dizia: "Vixe Maria!"
E com tristeza dizia:
"Eu nunca fiz desse jeito"
Não existe mais respeito
Nos namoros de hoje em dia
(Zé Cardoso)
2. Vi de tudo no mundo e não achei
Cantador pra cantar na minha frente
Louro Branco, na minha trajetória
Neste mundo eu vi tudo que queria
No avanço da tecnologia
Vi o homem coberto de vitória
O Brasil assinando moratória
E vi governo vendendo continente
Vi Tancredo ganhar pra presidente
E deixar tudo nas mãos de Zé Sarney
Vi de tudo no mundo e não achei
Cantador pra cantar na minha frente
(Zé Cardoso)
Eu vi Lula ganhando essa parada
E Zé Serra tombando pra cair
Vi Tancredo ganhar sem assumir
E vi Collor assumir sem fazer nada
Vi uma mulher toda enrolada
Sem poder disputar com o presidente
Perguntei: "quem é ela, finalmente?"
Me disseram: "É a filha de Sarney"
Vi de tudo na vida e não achei
Cantador pra cantar na minha frente
(Louro Branco)
1. Não existe mais respeito
Nos namoros de hoje em dia
Rapaz que tem companheira
Não leva Salve Rainha
Mas leva uma camisinha
Escondida na carteira
Tira a roupa da parceira
Mama chega o peito esfria
Chupa na língua macia
Como quem chupa confeito
Não existe mais respeito
Nos namoros de hoje em dia
(Louro Branco)
Vi um casal na calçada
Ela com ele abraçado
Ele na boca colado
Ela na língua enganchada
Uma velha admirada
Dizia: "Vixe Maria!"
E com tristeza dizia:
"Eu nunca fiz desse jeito"
Não existe mais respeito
Nos namoros de hoje em dia
(Zé Cardoso)
2. Vi de tudo no mundo e não achei
Cantador pra cantar na minha frente
Louro Branco, na minha trajetória
Neste mundo eu vi tudo que queria
No avanço da tecnologia
Vi o homem coberto de vitória
O Brasil assinando moratória
E vi governo vendendo continente
Vi Tancredo ganhar pra presidente
E deixar tudo nas mãos de Zé Sarney
Vi de tudo no mundo e não achei
Cantador pra cantar na minha frente
(Zé Cardoso)
Eu vi Lula ganhando essa parada
E Zé Serra tombando pra cair
Vi Tancredo ganhar sem assumir
E vi Collor assumir sem fazer nada
Vi uma mulher toda enrolada
Sem poder disputar com o presidente
Perguntei: "quem é ela, finalmente?"
Me disseram: "É a filha de Sarney"
Vi de tudo na vida e não achei
Cantador pra cantar na minha frente
(Louro Branco)
Semana santa

Hoje é um dia que devemos agradecer a Jesus crucificado por ter se sacrificado por nós, agradecemos a Te Senhor por ter nos dado a vida em abundância, por ter nos escolhido pra ser suas ovelhas a qui na terra. Tem muintas ovelhas perdidas, o senhor que já não te celebram mais, perdoa essas ovelhas que não sabem o que estão fazendo. ..multiplica o pão em nossas mesas, oh Pai faz com que essas ovelhas perdidas se juntem aos rebanhos para que possamos caminhar juntos em uma só ramaria cantando e glorificando o teu nome ....
Joao Paulo Gomes
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